segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Até que ponto?

Num tempo onde câmeras, celulares, gravadores e microfones estão por toda parte, até que ponto podemos garantir nossa privacidade?
Nos dias atuais, falar em liberdade é altamente delicado, visto que andar na rua está altamente complicado. E não falamos de insegurança, falta de infraestrutura ou coisa assim. Esses óbstáculos existem, mas hoje o foco é a falta de privacidade.
O mercado da "vida alheia" tem crescido de forma assustadora, o que nos faz refletir até que ponto podem invadir a nossa vida. Ser espontâneo nos tempos modernos é inaceitável e qualquer coisa feita "fora dos padrões" é motivo de um click ou uma gravação. Com o apoio das mídias, fica cada vez mais lucrativo filmar uma briga, um acidente, uma dança ou um escorregão, gerando risadas em todos, mas não sendo nem um pouco engraçado para o protagonista.
Como se não bastasse a exposição que conhecemos (e consequentemente estamos acostumados no mundo atual), hackers invadem os computadores e roubam fotos, conversas e outros arquivos, expondo ainda mais as vítimas indefesas da internet. Como se proteger?
Dentre as poucas ações preventivas que podem ser tomadas, tentar se expor o menos possível ainda é a mais eficaz. Não guardar fotos íntimas em celulares, computadores e pen drives, não compartilhá-las em redes sociais, assim como não publicar informações pessoais e profissionais nas mesmas.
E para quem queria participar do BBB, maqueiem-se: o BBB é aqui!

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