Na vida, quase sempre tomados pela emoção, agimos com o coração e depois pensamos.
Se gritássemos "Atire a primeira pedra quem nunca se precipitou", ouviríamos somente o som do silêncio. O silêncio daqueles que já se precipitaram diversas vezes e seriam incapacitados e impuros para atirar uma pedra contra alguém. Erramos muitas vezes por trocarmos a ordem razão → coração; pensamos que agir com o coração é o correto, a forma mais pura, humana ou carinhosa de agir. Puro engano, até nos momentos de emoção devemos colocar nossa cabeça na frente da situação. Nossa mente nos comanda, nos rege, e nos assuntos sentimentais não deve ser diferente. Pesar os lados, "equilibrar a balança da vida" é a forma mais sensata de agir, mesmo que isso pareça frio ou injusto. O amor é a ciência do coração, mas o coração só deve sentir, deixe que sua mente comande. Nem sempre eles estão de acordo, e é por essa razão que não devemos ouvir muito o coração. Ele é mole, é frágil, e se deixa levar com facilidade.
Outra coisa que não poderia faltar nesse post é que na vida nenhuma experiência pode ser passada para trás, que nada deve ser deixado de ser vivido, porque tudo que passamos em nossa vida, de bom e de ruim, servem para que aprendamos numa próxima vez. Tome o exemplo do aprendizado de andar de bicicleta. Quem nunca caiu até aprender a andar de bicicleta? Todas as quedas que tomamos nos ensinaram a não passar por cima dos buracos, a controlar melhor o guidom, a ter mais equilíbrio e concentração. Sendo assim, tudo que vivemos na vida nos ensina a crescer, seja no amor ou na dor.
Pra não fugir do assunto, concluo que aquela frase "Cada cabeça é seu guia" tem uma bom parcela de razão. Mas não se controle tanto a ponto de não viver as situações e não tirar lições e experiências dela. O mais importante é ser cauteloso e sensato, e pesar as coisas antes de agir por impulso. Afinal, tudo na vida tem uma consequência...
Sintonize Sempre, tá? :)
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